8 realidades de quem faz jornalismo na Unesp

Jornal Jr

1. O curso ainda acredita no jornalismo impresso

 

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Apesar de jornais, como o britânico The Independent, terem encerrado suas atividades no jornalismo impresso, seis disciplinas da grade curricular tem o ensino direcionado à esse formato. Desde 2015, a estrutura curricular do curso está sendo discutida por alunos e professores, tendo em vista a sua atualização. Enquanto isso, cerca de um semestre inteiro do curso abrange disciplinas voltadas a um meio que passa por intensa transformação.

2. Pagamos de designer

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Três matérias do curso exigem a prática da diagramação. O que isso quer dizer? Fazer o “desenho” do jornal. Posicionando textos, imagens, boxes e infográficos de forma harmoniosa nas páginas. Nem sempre é uma tarefa de boas…

3. E sofremos com o libreoffice

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Libre-o-quê? Se você olhar bem, tem uma pistinha do que possa ser esse tal de libreOFFICE. É isso mesmo, é o pacotão office made in Unesp. Nossos laboratórios não tem a licença do pacote da Microsoft, dona daqueles programinhas que ninguém conhece. Tipo Word, Excel, PowerPoint… Mas não tem problema se você conhecer o:

4. GOOGLE DRIVE

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Esse cara é o messias da organização pessoal e profissional. É o novo bloquinho de jornalista. Tendo internet, dá pra levar no bolso, na mochila… Você acessa sua pautinha de qualquer lugar! O espaço é pequeno. Se você curte tirar umas fotinhas e trabalhar com audiovisual, provável que você xingue ele todo dia. Agora, se você é dos textões, trabalhinhos de faculdade e planilhas (vai que…), você acabou de encontrar o amor da sua vida.

5. Ninguém quer dar entrevista

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Vida de jornalista não é fácil. Agora, imagina a de estudante de jornalismo… Essa alcunha às vezes soa nos ouvidos das possíveis fontes como um som repugnante. Pras matérias saírem, temos que enfrentar muita chamada telefônica, email não respondido e rejeições cara a cara. Preferível falar que somos jovens jornalistas. Afinal, não precisa de diploma mesmo…

6. A vivência política é o diferencial da universidade pública

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Na Unesp de Bauru, casa do curso de jornalismo, há uma série de instituições de representatividade político-social. Desde coletivos como o coletivo negro Kimpa, o feminista Abre Alas e o LGBT+ Prisma às representações acadêmico-estudantis. A que representa os cursos de comunicação é o Centro Acadêmico Florestan Fernandes – Cacoff. O grupo luta pelos interesses dos estudantes nos conselhos de curso e também promove debates sociais e atividades culturais na universidade.

7. Todo mundo surta em algum momento

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Em algum momento da graduação, você vai se deparar com um monstro dentro de você mesmo. Os problemas psicológicos, como a depressão, tem maior chance de surgir, pela primeira vez, no período universitário. Mas, nem tudo são pedras… Dá pra extravasar nas festas, pedir colo pros amigos e se sentir produtivo com:

8. Projetos de extensão <3

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São grupos de trabalho formados por alunos da graduação, geralmente com a supervisão de um docente do curso. Há uma gama variada de projetos, como o Persona, para quem se interessa por cultura, estética e arte; a Jornal Jr, pra quem se liga em aprender sobre gestão de negócios; a Rádio Unesp Virtual, pros amantes do rádio; o Jornal Voz do Nicéia, um projeto de jornalismo comunitário; entre alguns outros. A ideia dos projetos é praticar o que foi aprendido em sala de aula nas disciplinas regulares. A universidade apoia alguns projetos com investimento. Mas, recentemente, muitas bolsas foram cortadas, o que fez com que muitos projetos sumissem.

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